Dependência química
Acolhimento para uso abusivo de drogas, com rotina terapêutica, escuta profissional e acompanhamento conforme o perfil.
Atendimento sigiloso
Quando a família percebe que a situação saiu do controle, uma orientação rápida e discreta muda o próximo passo.
Sinais de alerta
Alguns sinais indicam que a família não deveria enfrentar a situação sozinha. Reconhecer cedo reduz risco e evita decisão tomada no desespero.
A pessoa promete parar, volta ao consumo e se afasta de compromissos que antes eram importantes.
A rotina passa a girar em torno de mentira, medo, discussão e tentativa de contenção pela própria família.
Irritabilidade, tristeza profunda, agressividade, confusão, paranoia ou isolamento pedem avaliação.
Dívida, sumiço, direção sob efeito, automedicação e ameaça — a situação deixou de ser só do usuário.
Primeiro contato
O primeiro contato é direto e sigiloso. A família explica o que está acontecendo, recebe uma escuta responsável e entende quais caminhos podem ser considerados.
A família relata o que está acontecendo, com sigilo e sem julgamento.
São observados o uso de drogas ou álcool, o comportamento, sintomas psiquiátricos e a urgência.
A equipe orienta as possibilidades de cuidado compatíveis com a realidade apresentada.
O familiar recebe uma orientação clara para agir com mais segurança, no tempo dele.
O que pode envolver
O caminho indicado considera o histórico de uso, o estado emocional, o risco atual e a necessidade de acompanhamento clínico ou psiquiátrico.
Acolhimento para uso abusivo de drogas, com rotina terapêutica, escuta profissional e acompanhamento conforme o perfil.
Orientação para quando o consumo de álcool já causa perda familiar, profissional, emocional ou risco à segurança.
Quando indicado, o início do cuidado exige observação clínica, conduta individualizada e ambiente protegido.
Possibilidade de acolhimento quando a pessoa aceita ajuda e precisa de afastamento temporário dos gatilhos.
Encaminhamento para sofrimento mental, crise emocional, instabilidade, surto ou transtorno associado ao uso.
Orientação para a família entender limites, riscos, forma de abordagem e os próximos passos com segurança.
Saúde mental
Nem sempre o problema envolve apenas a substância. Ansiedade intensa, depressão, agressividade, surto, delírio, ideação suicida ou abandono da rotina podem exigir avaliação psiquiátrica junto do tratamento.
O cuidado pode envolver profissionais de saúde, terapia, atividade estruturada e acompanhamento familiar.
A disponibilidade depende da unidade indicada, do perfil do paciente e da avaliação do caso.
Afastamento dos gatilhos, rotina organizada e suporte contínuo favorecem o início do tratamento.
Ambiente
As fotos abaixo são de uma das estruturas que recebem encaminhamento da região de Belo Horizonte. A unidade indicada depende da avaliação de cada caso.
Cobertura
Orientamos famílias de Belo Horizonte, Contagem, Betim, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Sabará, Nova Lima, Vespasiano e Ibirité que procuram atendimento com discrição.
Perguntas frequentes
Sim. A orientação inicial considera dependência química, alcoolismo e os sintomas psiquiátricos que costumam vir junto.
Algumas estruturas contam com suporte médico 24 horas. A disponibilidade é confirmada conforme a avaliação e a unidade indicada.
Sim. O atendimento preserva as informações compartilhadas e evita a exposição da pessoa e dos familiares.
Pode. A família recebe direcionamento para entender os riscos, as formas de abordagem e as possibilidades previstas em cada situação.
Depende do caso. O tempo é definido na avaliação profissional, considerando o histórico de uso, a resposta ao tratamento e a orientação da equipe que acompanha.
Entre em contato pelo telefone 0800 500 6070 ou pelo WhatsApp, explique a situação e receba uma orientação inicial sobre os próximos passos.
Explique a situação com sigilo e receba orientação sobre tratamento para dependência química, alcoolismo ou cuidado psiquiátrico em Belo Horizonte.